Levantamento no mapa mostra que Mato Grosso do Sul lidera expansão de regiões de baixo carbono

Levantamento no mapa mostra que Mato Grosso do Sul lidera expansão de regiões de baixo carbono

4 de novembro de 2020 0 Por Walison.t.l

Entre julho de 2020 e setembro de 2020, o Estado do Mato Grosso Sul maximizou a expansão da região ao adotar práticas de baixa emissão de carbono financiadas pelo programa ABC (agricultura de baixo carbono). Segundo levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 167 mil hectares de recursos contratados são de R $ 167 milhões.

Os dados do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação (Depros) são baseados no sistema Sicor do Banco Central, que avalia o impacto dos financiamentos contratados no Plano ABC no primeiro trimestre da safra atual. Nesse período, os negócios no Brasil somaram 1,068 bilhão de reais, um aumento de 36,8% em relação a julho a setembro de 2019. A quantidade de contratos também aumentou de 796 para 1.202 (51%).

O motivo do aumento é que os recursos do plano do Safra 2020-2021 aumentaram em 400 milhões de reais, chegando a um total de 2,5 bilhões de reais. Jaime Verruck, chefe da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), destacou que o estímulo do governo federal à agricultura de baixo carbono é muito consistente com o plano de carbono neutro do governo estadual.

“Também recebemos financiamento do FCO Verde, que ajuda a usar tecnologias de baixo carbono, o que mostra que o produtor está bem ciente do que deve fazer de acordo com a ILPF. O Brasil mostra que por meio de certas tecnologias a agricultura brasileira pode reduzir as emissões de carbono e as pessoas Esse processo está começando a se consolidar. Ele disse: “O mapa deve ter uma linha de crédito, porque pode servir para consolidar o Código Florestal Brasileiro, e tem métodos e pesquisas avançadas”.

Crescimento nacional

 

Além disso, de acordo com o levantamento do mapa do plano ABC, as regiões centro e oeste estão em posição de liderança em valor de contrato e área de financiamento, com 361,6 milhões de reais em mais de 271.400 hectares de terras (a área total supera a área de toda a área de financiamento). O mesmo período de um ano-safra).
Os que mais precisam de financiamento são os produtores rurais de Mato Grosso, seguidos de Minas Gerais (156,3 milhões de reais) e Goiás (116,5 milhões de reais). Quanto à área de financiamento, surgiram Mato Grosso Sul (66,8 mil hectares) e Minas Gerais (46,1 mil hectares) após o Estado de Mato Grosso Sul.
O plano ABC também oferece canais de financiamento ambiental para o ABC para que os produtores rurais possam se adaptar à Lei Florestal, restaurando reservas legais, áreas protegidas permanentes, restaurando áreas degradadas e implementando e aprimorando planos de manejo florestal sustentável.
Desde julho, os produtores podem financiar a obtenção de cotas de reserva ambiental, medida aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (Resolução ABC Ambiental-CMN de 28 de junho de 2012 nº 4.105). A taxa de juros anual para os fundos de reserva estatutária é de 4,5%, que é a menor taxa de juros corporativa do plano Safra.
Fonte:

Semagro-MS